O vendedor de cervejas, refrigerantes e água mineral, Alfredo, que fica com seu isopor estrategicamente localizada no portão de acesso das cadeiras e da imprensa, é um exemplo clássico de que paixão não pode ser confundido com trabalho.
Torcedor nacionalino, ele ontem estava vestindo a camisa do arqui-rival Rio Negro antes da bola rolar. Depois da jornada dupla, trocou de camisa e colocou, sem o menor constrangimento a do Nacional. Perguntei para ele: Afinal qual é seu time? Ele disse: "Sou nacionalino, mas antes de qualquer coisa preciso levar o leite das crianças para casa". Sábio, empreendedor.
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